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terça-feira, 26 de abril de 2011

" O QUE È MARKETING? " - Marketing

    Marketing é um conjunto de estratégias desenvolvidas após estudos e pesquisas, para vender um produto, um serviço ou uma imagem.

É preciso uma comunicação integrada e uma relação transparente com fornecedores, revendedores, sócios e clientes, eles ajudam construir e manter a reputação da empresa. Para que o marketing seja efetivo é preciso estar atento aos 4 P´s: Criada na década de 50, a Teoria dos 4 P's foi, durante todos estes anos, a base do marketing pois, através destas variáveis, se poderia administrar o composto mercadológico de uma empresa. E, para refrescar a memória, quais são estas variáveis ?
· PRODUTO - é algo oferecido a um mercado para satisfazer uma necessidade ou desejo, podem sertangí­veis (fí­sico) ou intangí­veis (serviços). São oferecidas marcas próprias ou produtos de franquias que são produtos já conhecidos no mercado.
· PREÇO -é a expressão monetária do bem ou serviço, é aquilo que a empresa espera receber em troca de um bem, um serviço ou uma idéia. Existem diversas variáveis que os consumidores buscam ou comparam em um produto, entre elas qualidade, quantidade, assistência técnica, serviços, mas sem sombra de dúvida o preço é, provavelmente, o mais facilmente comparado pelo consumidor no momento da compra. Para determinar o preço é preciso avaliar o lucro, a concorrência, custos fixos, estrutura, sazonalidade do produto (período com maior fluxo de vendas), vida útil, e alguns outros fatores.
· PROMOÇÃO - é manter um diálogo com os clientes e outros grupos de interesse desenvolvendo uma comunicação a fim de levar o consumidor à realmente adquirir o produto, satisfazendo a sua necessidade, e maximizando o lucro da empresa. Pode-se usar alguns canais de comunicação como: rádio, jornal, tv, outdoor, busdoor, panfleto, revista, pintura em muro, boletins, mural, cinema, mail list, mala direta, site, fax, e alguns outros.
· PONTO DE VENDA (ou Canal de Distribuição) - é a partir da distribuição que o consumidor final terá acesso a oferta do produto, este passa por alguns elos na cadeia de distribuição que são os intermediários (revendedores), transportadores e armazenadores que fazem a ligação entre a empresa produtora e o consumidor final. Quanto mais intermediadores mais caro o custo de PdV - Ponto de Venda.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Fórum promovido pelo CIC pretende criar agenda política de ações voltadas para viabilização de projetos estruturantes

O Ceará se torna, hoje, o centro das discussões em torno do desenvolvimento e da sustentabilidade, com a realização do 7º Fórum CIC de Debates. A iniciativa é do Centro Industrial do Ceará (CIC) em parceria com a Fundação Ulysses Guimarães e o apoio do Diário do Nordeste. Tendo como tema central "Superando os Obstáculos ao Desenvolvimento Sustentável do Estado", a expectativa é de que seja criada uma agenda política de ações voltadas para a viabilização dos projetos estruturantes previstos para o Estado, mediante a premissa da preservação ambiental.

"O governo do Ceará está empenhado em fazer com que os grandes investimentos aconteçam. Mas é necessário ressaltar a importância da participação da sociedade cearense nessa discussão, pois não queremos desenvolvimento sem que seja levado em conta a questão ambiental. Não se pode colocar os interesses de pequenos grupos sobre os da população", observa a presidente do CIC, Roseane Oliveira de Medeiros.

Dessa maneira, ela destaca que, ao envolver os setores público e privado, com as respectivas empresas investidoras nesses projetos, o Fórum pretende ser mais uma contribuição à sociedade, visando o aprofundamento de algumas temáticas relativas aos fatores restritivos e facilitadores ao processo de desenvolvimento econômico estadual. "Precisamos criar alternativas para a geração de emprego e renda, mas também queremos formas de sensibilizar a sociedade cearenses no sentido de contribuir para esse processo de desenvolvimento. Portanto, é uma oportunidade de se abrir o diálogo. E o CIC tem esse papel de facilitador para que as coisas aconteçam", justifica.

Diálogo é necessário
Ainda de acordo com ela, muito se discute sobre a problemática em torno das liberações das licenças ambientais no Ceará, assim como da insegurança por parte dos investidores, ante a mudança de órgãos responsáveis pela sua emissão.

"Então é preciso o diálogo para que fique claro as competências de cada órgão, afim de que as coisas possam caminhar. Queremos ir além no nosso Estado no que concerne ao desenvolvimento, não queremos ficar restritos apenas aos programas de transferência de renda", afirma a presidente do CIC.

Ela lembra que o atual modelo perseguido pelo Estado tem sido voltado para investimentos em infraestrutura.

"O próprio Porto do Pecém foi concebido nessa perspectiva, com a finalidade de ser âncora para os empreendimentos que estão sendo captados, como a refinaria da Petrobras e a siderúrgica", argumenta Medeiros.

Presenças de peso
O evento trará como palestrantes empresários ligados a dois empreendimentos planejados para o Estado: a refinaria Premium II e a mina de urânio e fosfato de Itataia. Estarão no fórum o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e o presidente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Alfredo Tranjan Filho.

Trazendo o posicionamento estatal sobre o tema, estarão a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e ainda o procurador-geral da República, Roberto Monteiro.

Os dois projetos citados enfrentam atrasos em suas obras por conta de dificuldades ligadas a licenciamento ambiental. A refinaria ainda precisa ter definida a questão da delimitação de possíveis terras indígenas no terreno em que se instalará. Já a mina de Itataia teve sua licença prévia, antes já expedida pela Superintendência Estadual de Meio Ambiente (Semace), tornada nula. Agora, os estudos de impacto ambiental estão sendo refeitos para garantir novo licenciamento, desta vez da parte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

MAIS INFORMAÇÕES
7º fórum CIC de Debates

Acontece hoje, às 18h30, no Auditório Waldyr Diogo, na sede da Fiec (Av. Barão de Studart, 1980 - Aldeota)

sábado, 23 de abril de 2011

COMO MOTIVAR-SE

Se você encara a administração do tempo como algo chato, que o lembra a toda hora das coisas pendentes, você nunca irá se desenvolver.
Se, por outro lado, você começar a pensar nisso como o caminho mais curto para conseguir mais daquilo que deseja, o tempo se tornará um aliado.
Evite sobrecarregar-se de trabalho, dividindo seu tempo em pequenas tarefas a serem realizadas diariamente.
É mais fácil atacar uma tarefa de cada vez, e você ficará mais motivado e satisfeito à medida que assinala como concluído um compromisso da sua lista de propriedades.
Aprenda a Identificar o que é importante.
Assim você ficará mais motivado no trabalho.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O que è MARKETING?

Marketing é um ajuste fino na sintonia;
Livro Gerencia de Marketing veja vale a pena (Maravilhoso)
- Explica os fundamentos do Marketing, a classificação dos mercados, o marketing mix, como se faz pesquisa de mercado, planejamento e estratégias de uma empresa. Direcionado a profissionais que desenvolvem o gerenciamento executivo da área de marketing em suas empresas.

 Marketing é Entender para Atender.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

DEFINIÇÕES DE MARKETING

            Marketing é uma palavra de origem inglesa, derivada de market, que significa mercado. É utilizada para expressar a ação voltada para o mercado (DIAS, 2003).
            Na visão de Kotler (2000), marketing é o processo social pelo qual pessoas e grupos obtêm o que precisam e desejam com criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros.
Já para Rocha (1999), marketing é função gerencial que busca ajustar a oferta da organização à demanda específica do mercado, utilizando como ferramental, um conjunto de princípios e técnicas. No processo social, é regulador da oferta e da demanda de bens de serviços para atender as necessidades.
Para McCarthy e Perreault Júnior (1997), marketing é mais que venda e propaganda: é o conjunto de atividades desenvolvidas por organizações e também é um processo social e, divide-se em dois segmentos: micromarketing que é o desempenho das atividades destinadas a realizar os objetivos de uma organização, partindo das necessidades do consumidor ou cliente e dirigindo-lhes um fluxo de bens e serviços a partir de um fabricante ou produtos; e macromarketing que é o processo social que dirige o fluxo econômico de bens e serviços dos produtores aos consumidores de maneira que iguale eficazmente a oferta e a demanda e realize os objetivos da sociedade.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

5 Forças de Porter em 10 minutos

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4- O modelo de concorrência perfeita implica que a taxa ajustada ao risco de retorno deve ser constante entre as empresas e indústrias. No entanto, numerosos estudos econômicos tem afirmado que as indústrias diferentes podem suportar diferentes níveis de rentabilidade; parte dessa diferença é explicada pela estrutura da indústria.
Michael Porter forneceu um quadro que os modelos de uma indústria como sendo influenciado por cinco forças. O gerente de negócios estratégicos que procuram desenvolver uma vantagem sobre as empresas rivais pode usar este modelo para compreender melhor o contexto da indústria em que a empresa opera.
Abaixo uma breve descrição sobre os pontos que devem ser analisados e respondidos para encontrar sua verdadeira estratégia competitiva segundo Porter:
Cinco Forças de Michael Porter
Ameaça de novos entrantes
A Ameaça dos Novos Entrantes fala sobre seu poder diante ao negócio, que pode impedir ou permitir que um concorrente entre no mesmo negócio que você;
Custo de mudança: Para um novo entrante no seu negócio, com produto similar, quanto é para você alterar o seu negócio a fim de superá-lo;
Exigências de capital: A exigência de capital do novo entrante para ingressar no seu negócio. Se você investe mais, com uma análise adequada da aplicação do capital, obviamente seu concorrente terá de percorrer o mesmo caminho;
Curvas de aprendizagem: A curva de aprendizagem de um negócio, quando especializado, é uma barreira para seu concorrente entrante, como a necessidade de haver engenheiros ou ainda um nicho de mercado que ainda não fora tão explorado;
Acesso a insumos necessários: Os insumos, sendo eles matéria-prima, produto de revenda ou trabalhado, pode ser um obstáculo para um novo entrante, como falar da Soja (abrangente) ou fornecimento de vinhos de uma vinícula com contrato de exclusividade;
Política governamental: São determinações políticas as quais podem ser padronizados no seu negócio que naturalmente já é um impedimento para os entrantes, como por exemplo a lei Sarbanes Oxley ou ainda qualidade de projetos MPS.BR para TI;
Economia de escala: Um investimento continuamente necessário, em progressão geométrica. Para um concorrente encontrar-se no mesmo ponto deveria portanto crescer como você para chegar até lá;
Retaliação esperada: Em outras palavras, um cartél disfarçado, que vai negar a entrada (falando em termos de abertura da concorrencia) devida a um acordo pré-estabelecido sobre um grupo de empresas que partilham negócio parecidos ou criam alianças necessárias indispensáveis ao consumidor final;
Poder de barganha dos fornecedores
Fala sobre como seus fornecedores, seja de insumos ou mão de obra podem afetar seu negócio tanto para bem quanto para mal;
Diferenciação de insumos: A diferenciação de insumos fala sobre como você lida com o fornecedor na obtenção dos insumos mais específicos. A análise basicamente fala sobre o quanto este precisa ser específico ou abrangente;
Custos de mudança dos fornecedores e das empresas na indústria: Trata-se da análise de mudança de seus fornecedores ou sua empresa em relação aos insumos necessários. Estes custos são determinantes para entender o quanto de poder você tem sobre seu fornecedor e o quanto ele tem sobre você;
Presença de insumos substitutos: A presença (ou a ausência) de insumos substitutos, assim como os demais, demonstra sua força para com os fornecedores. Aplica-se esta regra também a fornecedores de capitais intelectuais, como comparar o trabalho de um operador de telemarketing a de um analista de sistemas;
Concentração de fornecedores: A concentração pode ser entendida além de fisicamente, virtualmente. Isso para determinar onde e quantos fornecedores aos seus insumos você pode encontrar. Aplicando esta realidade a funcionários, pode-se pensar na moradia ou no meio de transporte deles, onde concentram-se mais aqueles de que você precisa;
Importância do volume para o fornecedor: O volume pode servir tanto para negociação para melhores preços, como para formalização de contratos de entrega de fornecedor. Vemos esta realidade por exemplo para abastecimento de produtos para empresas, por exemplo, de comércio eletrônico, onde ela necessita que determinado produto seja entregue em certa data e conta com a data de entrega do fornecedor. Mais uma vez nos vimos em um yin-yang com o fornecedor;
Custos relativos a compras totais na indústria: Pode-se entender estes custos relativos ao quanto você ou seu fornecedor representa no mercado em geral e como você pode entendê-lo. Um exemplo é ser abastecido pela Petrobrás S.A;
Impacto nos insumos sobre o custo ou diferenciação: O título já diz e consequentemente isso traz resultado ao produto final, seja na qualidade e custo, inferior ou superior. Ex.: a fabricação de sucos de cajú em litro, de que produtor vem, quando consegue fornecer, qual a região e com qual custo;
Ameaça de integração: A integração é uma das mais ameçadoras causas para determinação, unicamente, do poder do fornecedor, exemplificando, se uma empresa opta por integrar-se, seja pelo motivo que for, uma coisa é certa, haverá um controle mínimo mas existente de preços descontrolados, ainda mais quando estamos falando de fornecedor de produtos exclusivos. O serviço de telefonia fixa é um exemplo deste domínio;
Rivalidade com concorrentes
Custos fixos: O custo fixo é um oportunidade de precificar, diante do cliente de um produto ou serviço arcando com as variaveis de taxas e impostos oscilantes. Isso causa fidelização por parte do cliente com alto preço para a empresa. É onde sua economia deve ser revista com cuidado;
Excesso de capacidade crônica: O excesso de capacidade de um produto ou serviços, pode afetar seu negócio devido a logística, pois quem trabalha com produto desta forma tem duas preocupações: custos envolvidos no transporte e despacho de mercadoria quanto o local onde tal ficará armazenado, não é a toa que normalmente empresas que precisam estocar produtos nas grandes capitais, escolhem os “cantos” do Brasil para armazenagem, devido a incentivo fiscal. Ter demais um determinado produto decorre em necessidade de reduzir custo para ter espaço para novas demandas;
Diferença de produtos: Se dá normalmente quando mudamos mão-de-obra ou insumo para criar o produto final. É como beber Coca-Cola ou um determinado vinho chileno e sentir diferença de um produto para o outro, a influencia do fornecedor, uma vez produtor de um determinado tipo de caramelo para o refrigerante ou de uma determinada uva para o vinho, é claro que se seu cliente for uma companhia ou uma pessoa jurídica vai preferir um padrão, se não houver isto você perderá mercado;
Identidade de marca: A marca com certeza é um ponto forte considerável quanto a concorrência. É dizer que se você se estabelecer em um nicho, é como ter uma “honra” de qualidade a zelar. Contudo a identidade da marca também é o mais forte ponto-fraco que uma empresa pode ter. Sintetize: uma empresa sem marca, vende e seus consumidores, esperam pelo razoável, já com a marca, esperam uma melhora constante. É como comparar o mercado financeiro, de médio risco para um de alto risco;
Custos de mudança: Este custo é determinante para entender se sua empresa sobrevive num nicho e somente naquele ou tem poder para modificar a estratégia e explorar uma subdivisão não analisada do atual ou modificar. Este custo para algumas empresas pode ser tão grande que não é favorável. O congelamento no nicho é algo perigoso e deve ser analisado com cuidado, pois uma medida agressiva do concorrente pode ser feita caso ele entenda que tem mais ferramentas para derrotá-lo;
Concentração e equilíbrio: Trata-se de saber se sua empresa é como um grande forte central ou como uma rede de computadores descentralizada. Existem prós e contras nas duas abordagens, vai de negócio para negócio, contudo imagine que ao invés de trabalhar com franquias, o McDonalds decidisse gerir todas os milhares de restaurantes pelo mundo.
Complexidade informacional: É sem dúvidas um poder mediante o concorrente. É a utilização do capital intelectual, do uso do “segredo industrial”, quando a informação é sua relíquia;
Diversidade de concorrentes: Pode ter seu lado positivo ter vários concorrentes, pois o negócio do seu concorrente principal sempre poderá ser afetado pelos demais e quando houver poucos, vocês estarão sempre seguindo por caminhos tênues paralelos, devido a existir poucos, um conhecerá demais o outro, entretanto a inversão do cenário  também é válida, é dependente direta do nicho trabalhado;
Interesses empresariais: Os interesses são determinantes de rivalidade, pois uma vez que sua empresa não quer trabalhar em um determinado patamar, os concorrentes que tem interesse diferente sempre o ultrapassará. É como falar de uma empresa com 30 funcionários que rende R$1 milhão por ano não querer expandir-se pois a margem de lucro diminuiria, devido a cargos mais especializados, mesmo que com um maior montante a distribuir, nega-se a crescer;
Barreiras de saída: Quando um concorrente não pode sair do negócio devido a um contrato de vinculação, mais uma vez como exemplo, um vinícola que quer deixar de fazer vinho para vender suco fermentado de uva pois traz um maior rendimento, no entanto seu cliente, a empresa que exporta os vinhos para Alemanha e Suiça não permite, enquanto uma outra, já consegue aproveitar o negócio e por conseqüência obter um lucro maior;
Custos fixos de saída: Trata basicamente sobre barreiras, como do item anterior, no entanto relacionado a custos. Sua empresa é uma concorrente forte, uma vez que estabelece padrão de custo percentual único para saída do negócio. Segundo o SEBRAE, algumas empresas recém-abertas, tendem a declarar falência duas vezes se o empresário não tiver um conhecimento pleno do negócio que ele pretende trabalhar;
Ameaça de substituição de produtos
Desempenho do preço relativo dos substitutos: O preço relativo fala sobre a discrepância do seu preço para com seu concorrente e como ele interage com o mercado e os momentos do consumidor, no nosso caso, brasileiro. É conseguir estar a frente da inflação e  manter os preços razoáveis, é entender o mercado internacional para saber o quanto deve cobrar de uma usina nuclear ou de uma pastelaria. Uma vez que esteja preparado para este escopo, é possível diminuir a chance de um produto ou serviço substituir o seu;
Custos de mudança: O mesmo custo que é fabricado em outras forças, trazem resultado nesta, portanto o quanto mais a empresa puder absorver uma mudança e evitar o repasse ao cliente, mais fiel e menos ameaça de substituição você sofrerá;
Propensão do comprador a substituir: Quando é influenciado por mídia, experiências de outras pessoas, mensagens subliminares ou ideologias devido ao modelo que a empresa X ou Y trabalha. A propensão não está ligada a uma questão das decisões empresariais, trata-se de uma abrangência que atinge a psicologia. O quanto mais sua empresa estiver ligada a cultura, aos costumes, menos propensão terá de ser substituido o produto ou serviço. Um exemplo é a inscrição nas embalagens “Industria Brasileira”;
Poder de barganha dos clientes
Concentração de compradores/ volume de compradores: A barganha do fornecedor neste item, vai influir quando você não teve ou por algum motivo deixou de ter controle sobre seu público alvo ou ainda, tal público é seleto de mais ou mesmo que seja de massa, é influenciavel demais. No primeiro exemplo, novamente, o vinho, no segundo exemplo, uma empresa de telefonia móvel;
Representação sobre os custos dos compradores: Uma vez que o produto ou serviço prestado sintetiza o equivalente a 60% ou 70% do salário do indivíduo, este vai pensar duas vezes antes de comprar, bem como aquele, cujo valor representa 0,5% não irá pensar no produto X ou Y, vai comprar o que lhe parecer, intrinsecamente melhor;
Produtos padronizados ou não diferenciados: Este tópico é importante, pois o cliente vai conseguir lhe sugerir modelos melhores e mais baratos, mesmo que sua empresa não esteja preparada. É a relação da “pechincha” em uma loja de roupas no Centro de São Paulo, que difere muito daquele produto, cuja fabricação é feita por artesãos indonésios;
Custo de mudança: Neste caso tratamos do custo de mudança para o próprio cliente, ou o transtorno, como se pudesse, ser traduzido em números. É como dizer que você vai mudar sua empresa de TV a cabo em sua residência, entretanto a que você está agora centraliza todos os serviços e tem facilidades, mas é muito cara em relação a concorrente, que por sua vez, oferece serviços separados e/ ou com taxas de adesão que você já pagara na atual que transcende o esperado para o orçamento familiar;
Informação dos compradores: Dependendo do nicho de mercado, um cliente bem informado quer dizer extremamente negociador, o que para, por exemplo, uma empresa que presta serviços cujo capital intelectual é envolvido (e nem sempre mensurável monetariamente) pode ser um problema;
Lucros dos compradores: O quando o cliente consegue a partir do seu produto ou serviço. Um exemplo, uma loja de comércio eletrônico que custou R$300 mil, mas que no entanto fatura o mesmo valor em 1 semana, quando na concorrente tais ferramentas custariam uma manutenção evolutiva de previsão com 2 anos.
http://robertogentile.wordpress.com/2010/11/16/5-forcas-de-porter-em-25-minutos/

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Quantas pessoas são necessárias para ter uma boa idéia?

Isso é complicado de dizer, até porque criatividade é muito relativo, varia do dia, da pessoa, da inspiração, do grupo, do ambiente etc.

Mas uma boa para nos tornamos criativos é praticando, praticando e praticando. Isso nos deixa mais confortáveis para o momento de criação, pois uma coisa é você criar algo sabendo todas as possibilidades aplicáveis, e outra coisa é ter uma boa idéia e não saber como transformar isso em realidade.

joomlaBoa Tarde!

Hoje venho falar de uma magnífica solução para quem quer desenvolver sites de ótima qualidade sem conhecer muito sobre web design. Sites que podem ser usados como blog, e-commerce, portifólio, apresentação de produtos, portal, etc.
Eis que apresento: Joomla!

gráficoBom, quando iniciei meu primeiro blog o meu objetivo principal era conseguir tráfego. Trabalhei arduamente para que meu blog fosse lido por alguém que não a minha família, rs…

Mas a falta de experiência fez com que meu trabalho fosse relativamente inútil, o que dá mais tráfego para um blogueiro são os links de entrada (incoming links), estes levam visitantes diretos e principalmente pagerank. Mas conseguir um link apontando para seu recém criado blog é extremamente difícil.
http://www.tiagoop.com.br/

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Fortaleza, CE, Brazil
Uma Mulher dinâmica, Alegre e que ama está entre família.

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